Aluno Destaque -
Rafael Bueno
 Aos 8 anos de idade, Rafael Bueno acompanhava o pai em suas aulas de apreciação musical. Mas seu real interesse por música, começou mesmo aos 11 anos de idade, quando, de maneira autodidata, começou a ler partituras e tocar musica erudita ao teclado. Antes dos 15 anos, influenciado pelas peças de J.S. Bach, fez suas primeiras composições. Por volta dos 14 anos de idade, começou a ter aulas particulares do instrumento. Aprendeu novos conceitos de harmonia. Conheceu outros compositores. Assim vieram novos horizontes e novas composições.  

Começou a tocar em bandas de musicas americanas no estilo de rock, progressivo e pop. Aos 17 anos, com um grupo de rock progressivo, ganhou o premio de melhor banda no 2º Uninove FestMusic. A premiação foi uma quantia em vale compras em lojas musicais e uma gravação de CD com musica de sua autoria. Apesar de que tudo estivesse indo bem com sua banda de progressivo, ele resolveu se aprimorar, então, na musica popular brasileira.

Com a intenção de enriquecer suas técnicas no piano, ingressou no Conservatório Souza Lima no curso de piano erudito e, se desvinculou de sua banda. No ano seguinte ganhou a maior bolsa de estudos da temporada no conservatório. Depois desses estudos começou, realmente, um aprofundamento na musica popular brasileira: Bossa Nova, Samba, Choro, Maracatu...etc.  

Em parceria com o cantor Beto Luz, montou um trio voltado para músicas do Clube da Esquina. Com esse trio, chamado “Percorrendo as montanhas das Gerais”, Fez diversos arranjos e apresentações em Minas Gerais. Ainda em parceria com o cantor Beto Luz em um novo projeto, participou de uma homenagem a Dorival Caymmi na casa de shows All of Jazz.

Tornou-se professor de piano e teoria musical. Em acordo com o próprio conservatório Souza Lima, começou a dar aulas externas em escolas conveniadas e a levar o nome da escola às diversas regiões onde se apresentou.


Iniciou um estudo da escrita braille com a professora e produtora Paula França. Estudou as concepções e regras empregadas a essa escrita. Se aprofundou, então, na músicografia braille (escrita de partituras em braille) e começou  a fazer um trabalho de transcrição de métodos musicais e partituras para esse tipo de escrita. Pretendendo divulgar o braille em relação à musica, deu um workshop no sesc pompéia, em que acompanhando a Paula França, explicou todo o conceito da musicografia braille.

Atualmente é pianista no quinteto Feijoada Groove. Onde a mistura de samba, funk e jazz da “água na boca”.
E pianista no quarteto Bárbara Marques: Trabalho voltado para composições próprias e releituras.
Também está ativo na área de musicografia braille e a lecionar piano e teoria musical.