Produção Musical
Sua primeira coleção de peças escritas para violão foi premiada pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA 95) como melhor obra solista instrumental do ano e rendeu-lhe o primeiro CD, “Contra-Ataque”, lançado em 2000, repleto de sambas, choros, baiões, além de composições formalmente mais livres e experimentais.
No final de 2002, lançou seu segundo CD, "0 Segredo do Gol Impossível", uma coleção de canções de sua autoria, fortemente marcada pela originalidade dos arranjos e letras, e pela diversidade de ritmos: maxixe, sambas, côcos, bossa, toques de capoeira, entre outros.
Ao longo de 2002, desenvolveu o projeto "Violão Brasil", contando com incentivo do Ministério da Cultura, através de Lei de Incentivo a Cultura, onde interpreta o repertório formado por grandes compositores e arranjadores para violão solo, como Garoto, Dilermando Reis, João Pernambuco, Baden Powell, percorrendo, especialmente, a periferia da cidade de São Paulo.
Mais recentemente, tem participado, como instrumentista e cantor, de vários projetos musicais desenvolvidos pelas prefeituras do Estado, pelas unidades do SESC (Festival Internacional de Violão, Instrumental e Cia, “Prata da Casa”, “Nova Safra”), e por outros países como Argentina e Equador.
Atividades Afins
Marcos Arrais é membro da Associação Wong de Tai-Chi Chuan de São Paulo, onde pratica e tem aulas com Prof. Wong desde 1997. Exerce a atividade de instrutor desde 2002, dando aulas na própria associação, em empresas e no espaço voltado para as atividades de arte e saúde “Cordas e Passos”, na Vila Madalena.
Atividade Didática
Desde 1989, desenvolve intenso trabalho didático organizando cursos voltados para a técnica vocal e interpretação da canção popular e para o aprimoramento da técnica violonística de acompanhamento e solo. Atualmente, é professor de Canto e Violão do Conservatório de Música Souza Lima.
Críticas
“Marcos Arrais dribla com arte, choras, valsas, sambas e ritmos nordestinos para marcar belos gols” Folha de São Paulo – Carlos Bozzo Junior
“Arrais está buscando expressão própria no instrumento. Consegue várias vezes como na trabalhada Solitude, por exemplo.” O Estado de São Paulo – Mauro Dias
“O violinista, compositor e arranjador paulista estréia em CD já ostentando maturidade artística”. Gazeta Mercantil – Luiz Antônio Giron
“Compositor e arranjador, consegue, agora, um disco como instrumentista. Um trabalho quase solo: o violão protagonista é acompanhado apenas pela percurssão de Antonio Vicente. E tome samba, choro, sotaque nordestino e até valsa. Disco bom de ouvir, uma raridade: o som limpo das cordas de violão.” Chiques e Famosos - Maurício Kubrusly -
“Arrais não esconde suas raízes brasileiras e influências eruditas. Entre sambas, choros, ritmos nordestinos e faixas livres, sem estilo definido, ele demostra boa técnica na execução de belas melodias e harmonias.” Guitar Player – David Hepner |