| Hélio
Delmiro |
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FUSÃO
ENTRE EMOÇÃO E TÉCNICA RESUME O PERFIL
HÉLIO DELMIRO Na ocasião, Coryell alinhou o brasileiro ao lado de ícones da guitarra como Wes Montgomery, Joe Pass e Charlie Christian. A performance no festival valeu a Delmiro a inclusão naquele ano no ranking da prestigiada revista “Down Beat” como um dos cinco melhores do mundo em seu instrumento. |
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| Aos
18 anos, fundou o grupo Fórmula 7, presença freqüente
nos programas de TV da época com um repertório inspirado no
Soul norte-americano. A maturidade musical, porém, chegou na segunda metade dos anos 60, após ingressar no quarteto do saxofonista Victor Assis Brasil, a convite do próprio, impressionado com o talento de Delmiro ao vê-lo tocar em uma boate na zona sul do Rio. Desde então, o prestigio conquistado no meio do jazz acelerou a trajetória ascendente do instrumentista, transformando-o num dos músicos de estúdio mais requisitados pelos principais nomes da MPB. As parcerias mais duradouras ocorreram com Clara Nunes e Elis Regina. Da primeira, tornou-se produtor e participou de toda a discografia.Com a segunda, atuou durante a maior parte dos anos 70, em gravações, e em turnês pelo Brasil, Europa, Ásia e América Latina. A qualidade musical ainda atraiu os mineiros do Clube da Esquina. Participou de shows e discos de Milton Nascimento, Beto Guedes e Wagner Tiso. A fama no Brasil e os sucessivos convites para festivais de jazz na Europa ( Montreaux, Madri, Berlim) despertou a curiosidade dos jazistas norte-americanos. Um ano depois da primeira edição do São Paulo-Montreaux, recebeu convite para gravar com Sarah Vaughan o disco “Som Brasileiro” (1989) , performance que arrebatou definitivamente o coração da diva, e do seu produtor Norman Grantz.. No ano seguinte Sarah volta ao Brasil para gravar seu segundo disco e desta feita Delmiro é colocado em participação especial – com direito a deferência (foto) na capa – no disco “Exclusivamente Brasil” (1980) . |
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| Daí
em diante, a carreira solo começou a decolar. O primeiro disco
“Emotiva” , veio em 1980 . No ano seguinte, com César
Mariano, faz o antológico “Samambaia”. O
CD “Violão Urbano” marca também o lançamento
do selo “CALABOCA”, que propõe editar os próximos
títulos após “Violão Urbano” , e também
resgatar títulos anteriores, tendo como certo em trabalhos futuros,
o relançamento do CD “Romã” (1991) e o lançamento
no Brasil do CD “Symbiosis” (1999) gravado nos Estados Unidos
em duo com o pianista e arranjador norte-americano “Clare Fischer”
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CONSERVATÓRIO
SOUZA LIMA: |